sábado, 8 de setembro de 2012

CHEGAMOS NO ÚLTIMO ESTADO DO NORDESTE! CHEGAMOS NO MARANHÃO!
VAMOS COM O REALLYTANDO?

 
 
MARANHÃO CAPITAL SÃO LUIS
 
REGIÃO:
NORDESTE
 
CLIMA:
TROPICAL
 
ÁREA:
331.935.507 KM²
 
HABITANTES:
6,5 MILHÕES
 
LIMITES:
NORTE / OCEANO ATLANTICO, LESTE / PIAUÍ, SUL E SUDESTE / TOCANTINS, OESTE / PARÁ
 
CIDADES IMPORTANTES:
SÃO LUIS, IMPERATRIZ, CAXIAS, TIMON, CODÓ, BACABAL, BALSAS, CHAPADINHA, SANTA INÊS, BARRA DO CORDA, SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, PAÇO DO LUMIAR, AÇAILANDIA
 
RIOS IMPORTANTES:
ANIL, CORDA, GURUPI, ITAPECURU, MEARIM, MUNIM, PARNAIBA, PINDARÉ, TOCANTINS, TURIAÇU E MARACACUMÉ
 
SÃO LUIS
 
SÃO LUIS
 

No século XVI, o atual território maranhense era ocupado por índios tupinambás no seu litoral oeste, por índios potiguaras no seu litoral leste e por índios tremembés no seu interior. O navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón foi, provavelmente, o primeiro europeu a cruzar o litoral maranhense, em 1500. Em 1535, os portugueses tentaram colonizar a região com o envio de uma frota de dez navios com novecentos homens e cem cavalos, porém a ocupação não foi bem-sucedida, por conta de naufrágios e de combates contra os índios locais. Os europeus só conseguiram efetivamente ocupar a região em 1612, com o projeto da França Equinocial. Os franceses fundaram a cidade de São Luís, onde permaneceram por três anos, até serem expulsos pelos portugueses.
Localizado entre as regiões Norte e Nordeste do Brasil, o Maranhão possui uma grande diversidade de ecossistemas. São 640 quilômetros de extensão de praias tropicais, floresta amazônica, cerrados, mangues, delta em mar aberto e o único deserto do mundo com milhares de lagoas de águas cristalinas. Essa diversidade está organizada em cinco polos turísticos, cada um com seus atrativos naturais, culturais e arquitetônicos. São eles: o polo turístico de São Luís, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, o Parque Nacional da Chapada das Mesas, o Delta do Parnaíba e o polo da Floresta dos Guarás.
 
SÃO LUIS
 

Em 1534, Dom João III dividiu a Colônia Portuguesa no Brasil em Capitanias Hereditárias, sendo o Maranhão parte de quatro delas (Maranhão primeira seção, Maranhão segunda seção, Ceará e Rio Grande), para melhor ocupar e proteger o território colonial. Entretanto, os portugueses expulsaram os franceses em 1615 na Batalha de Guaxenduba, sob o comando de Jerônimo de Albuquerque Maranhão e passaram a ter controle das terras maranhenses. Nesse episódio, foi importante a participação dos povos indígenas que somaram forças a ambos os lados, estendendo o tamanho da batalha.
Depois de terem ocupado a maior parte do território do Nordeste da Colônia portuguesa na América, os holandeses dominaram as terras da Capitania do Maranhão. Os colonos, insatisfeitos com a presença holandesa, começaram movimentos para a expulsão dos holandeses do Maranhão. No Maranhão, as elites agrícolas e pecuaristas eram muito ligadas à Metrópole e a exemplo de outras províncias se recusaram a aderir à Independência do Brasil. À época, o Maranhão era uma das mais ricas regiões do Brasil. O intenso tráfego marítimo com a Metrópole, justificado pela maior proximidade com a Europa, tornava mais fácil o acesso e as trocas comerciais com Lisboa do que com o sul do país. Os filhos dos comerciantes ricos estudavam em Portugal. A região era conservadora e avessa aos comandos vindos do Rio de Janeiro.
CHAPADA
LENÇÓIS
 

 Do ponto de vista ecológico, o Maranhão apresenta uma grande diversidade de espécies de plantas e animais. Na região oeste do estado estão demarcados de 300 000 hectares de terra referentes à Reserva Biológica do Gurupi, que é o que restou da floresta amazônica no Maranhão. Com altitudes reduzidas e topografia regular, apresenta um relevo modesto, com cerca de noventa por cento da superfície abaixo dos trezentos metros. Apresenta duas regiões distintas: a planície litorânea e o planalto tabular.
 A economia maranhense foi uma das mais prósperas do país até a metade do século XIX. Mas após o fim da Guerra Civil Americana, quando perdeu espaço na exportação de algodão, o estado entrou em colapso, agravado pelo abandono gerado pelos governos imperial e republicano; somente após o final da década de 1960 no século XX o estado passou a receber incentivos e saiu do isolamento, com ligações férreas e rodoviárias com outras regiões.  São Luís concentra grande parte do produto interno bruto do estado; a capital passa por um processo marcante de crescimento econômico, sediando mais de três universidades (duas públicas e uma privada), além de uma dezena de centros de ensino e faculdades particulares. A expansão imobiliária é visível, mas o custo de vida ainda é bastante elevado e a exclusão social acentuada. Há grande dependência de empregos públicos.
TURIAÇU-RUA DA BIBLIOTECA
ALTO ALEGRE DO MARANHÃO

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2009, o Maranhão possui o maior número de crianças entre oito e nove anos de idade analfabetas no país. Quase quarenta por cento das crianças do estado nessa faixa etária não sabem ler e escrever, enquanto que a média nacional é de 11,5 por cento. Os dados do instituto, porém, não oferecem um diagnóstico completo da situação, pois se baseiam somente na informação de pais sobre se seus filhos sabem ler e escrever um bilhete simples
Maranhão apresenta o segundo maior índice de mortalidade infantil do Brasil, inferior apenas ao de Alagoas. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, de cada mil nascidos no Maranhão por ano, 39 não sobreviverão ao primeiro ano de vida. Vários fatores contribuem para o alto índice de mortalidade infantil no estado: dentre eles, o fato de que apenas metade da população tem acesso à rede de esgoto e o de que quase quarenta por cento da população não tem acesso a água tratada.

RIO PARNAÍBA

O Maranhão é um dos estados mais miscigenados do país, o que pode ser demonstrado pelo número de 68,8% de pardos autodeclarados ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, resultado da grande concentração de escravos indígenas e africanos nas lavouras de cana-de-açúcar, arroz e algodão; os grupos indígenas remanescentes e predominantes são dos grupos linguísticos macro-jê e macro-tupi.  Houve forte tráfico negreiro entre os séculos XVIII e XIX, que trouxe milhares de negros da Costa da Mina e da Guiné, mais precisamente do Benin, antigo Daomé, Gana e Togo, mas também em levas não menos importantes de africanos do Congo, Cabinda e Angola. Muitas das tradições maranhenses tem a forte marca das culturas africanas .  A população branca, 24,9 por cento, é quase exclusivamente composta de descendentes de portugueses, dada a pequena migração de outros europeus para a região. Ainda no início do século XX a maior parte dos imigrantes portugueses era oriunda dos Açores e da região de Trás-os-Montes. Também no século XX, vieram contingentes significativos de sírios e libaneses, refugiados do desmonte do Império Otomano e que hoje têm grande e tradicional presença no estado. A proximidade com a cultura portuguesa e o isolamento do estado até a metade do século XX gerou aqui um sotaque próprio e ainda bastante similar ao português falado em Portugal, praticando os maranhenses uma conjugação verbal e pronominal vizinha àquela lusitana.
PREFEITURA DE CODÓ
BARREIRINHAS
 

A população de grande parte do estado ainda sofre com problemas de saneamento básico e de desnutrição infantil. O Maranhão apresenta altos índices de desnutrição entre as crianças de zero a cinco anos, de acordo com levantamento do Fundo da Nações Unidas para a Infância feito em 1999.  O estado conta com um eficiente sistema de abastecimento de energia, através da Subestação da Eletronorte instalada no Distrito Industrial do Município de Imperatriz, além de estar bastante próxima das hidroelétricas de Estreito (1 328 megawatts) e de Serra Quebrada.A concessionária de energia elétrica que cobre o Maranhão é a Companhia Energética do Maranhão.


ILHA DO COCO VERDE-AÇAILÂNDIA
 
 
SÃO LUIS
  • Pindaré Mirim: o município de Pindaré é um município rico em cultura, conhecido como berço da cultura maranhense. Traz, no período junino, a festividade dos seus arraiais, com apresentações de várias atrações folclóricas. O principal foco dos pindareenses é o bumba meu boi: durante esse período, nos quatro cantos da cidade ouvem-se as batucadas dos tambores que aquecem-se até amanhecer o dia. Em Pindaré, existe um grupo folclórico que faz alusão a essa cultura oriunda do bumba meu boi. O Grupo Upaon-Açú é o principal grupo da região que exerce essa cultura no estado. São muito conhecidos pelo figurino apresentado durante suas danças, com roupas total e artesanalmente confeccionadas e cheias de riquezas nas suas combinações. O fundador do grupo, o Senhor Lobo da Cultura, como é conhecido, é um dos principais artesãos do grupo e cantor e compositor das toadas do bumba meu boi. . A cozinha maranhense sofreu influência francesa, portuguesa, africana e indígena. O tempero é diferenciado fazendo uso de ingredientes como cheiro-verde (coentro e cebolinha verde), cominho em pó e pimenta-do-reino.  No Maranhão, é marcante a presença de peixes e frutos do mar como camarão, sururu, caranguejo, siri, pescada, robalo, tainha, curimbatá, mero, surubim e outros peixes de água doce e salgada. Além de consumir outros pratos como sarrabulho, dobradinha, mocotó, carne-de-sol, galinha ao molho pardo, todos acompanhados de farinha d'água. Da farta cozinha maranhense, destaca-se o arroz de cuxá, símbolo da culinária do Maranhão, feito com uma mistura de gergelim, farinha seca, camarão seco, pimenta-de-cheiro e o ingrediente especial - a vinagreira (hortaliça de origem africana muito comum no Maranhão). Dentre os bolos consumidos pelos maranhenses, podem ser destacados o bolo de macaxeira e o de tapioca. As sobremesas típicas da mesa maranhense são os doces portugueses e uma infinidade de doces, pudins e sorvetes feitos de frutas nativas como bacuri, buriti, murici, jenipapo, tamarindo, caju, cupuaçu, jaca etc... A juçara (ou açaí) é muito apreciada pelos maranhenses, consumida com farinha, camarão, peixe, carne-de-sol ou mesmo na forma de suco, sorvete e pudim. Dada a importância da juçara na cultura maranhense, é realizada anualmente a Festa da Juçara. A panelada, um cozido preparado a partir das vísceras da vaca, é popular em Imperatriz, segunda maior cidade no interior do estado, é oferecida em diversos pontos da cidade.
SÃO LUIS

Na capital maranhense, patrimônio cultural da humanidade, encontramos a maior parte dos valores históricos do estado. Com mais de 3 500 imóveis dos séculos XVIII e XIX, é referência no Brasil em termos de arquitetura colonial brasileira, principalmente nas fachadas das casas do Centro Histórico de São Luís. A uma hora de barco, saindo da capital, podemos encontrar Alcântara, outro ponto de referência histórico/arquitetônico do estado. No que se refere a turismo religioso, o Maranhão possui três eventos importantes. Um deles acontece em Junho, na capital maranhense, onde são feitas festas em homenagem a Santo Antônio, São João, São Pedro e São Marçal. Já em Alcântara, no segundo domingo de agosto, acontece a festa de São Benedito. Também lá, em maio, acontece a Festa do Divino, o mais badalado evento profano-religioso do Estado.
SÃO LUIS

  • São Luís. É rica em manifestações culturais, como: o bumba meu boi,tambor de crioula, cacuriá, dança portuguesa, quadrilhas juninas, reggae e outras. Possui o maior conjunto arquitetônico de azulejos portugueses da América Latina. Possui uma vasta área de praias de água salgada. Possui uma culinária peculiar da cidade, como: o cuxá, o arroz de cuxá, o peixe frito e a famosa torta de camarão. A cidade possui uma vida noturna muito movimentada, possuindo muitos bares, restaurantes, clubes de festas, teatros, cinemas e muitos shows de artistas locais, nacionais e internacionais. A vida noturna ocorre todos os dias da semana. É uma cidade com muitas opções de lazer e divertimentos.
  • Alcântara. É uma cidade histórica. Tem como principal atração a festa do Divino Espírito Santo no mês de maio. A base de lançamento de foguetes está localizada nesse município. Possui muitos prédios em ruínas que foram tombados pelo Patrimônio Histórico Estadual.
  • Barreirinhas. É o município portal dos lençóis maranhenses. Possui um grande rio chamado Preguiças que é uma das atrações do município. Possui vários bares, restaurantes e hotéis de ótimas qualidades que recebem os milhares de turistas que vêm conhecer os lençóis.
  • Pindaré Mirim. Conhecido como berço da cultura maranhense, Pindaré Mirim traz, no período junino, a festividade dos seus arraiais, com apresentações de várias atrações folclóricas, mas o principal foco dos pindareenses e turistas é o bumba meu boi. Durante esse período, nos quatro cantos da cidade ouvem-se as batucadas dos tambores que aquecem-se até o amanhecer o dia com as danças.
  • Carolina. Tem, como atrações, as cachoeiras. Está na região das Águas Maranhenses. As principais cachoeiras turísticas são Pedra Caída e Itapecuruzinho. A cidade possui, também, importância histórica, pois suas ruas são todas calçadas de pedra-sabão, possuindo também um conjunto de casario colonial.
  • Caxias. É conhecida como a Princesa do Sertão Maranhense. No passado, concorria de perto com a capital São Luís em termos de economia. Atualmente, possui uma economia modesta. A principal atração turística é o balneário Veneza, que é um local de rio.
  • São José de Ribamar. É um município da Ilha de São Luís. É uma cidade balneária de águas salgadas. Possui, como atrações: a Procissão de São José no mês de setembro, o lava-pratos (o carnaval fora de época mais antigo do Brasil), que acontece no domingo seguinte do domingo de carnaval e o lava-boi que acontece no mês de julho. A cidade é conhecida pela culinária do peixe frito nos bares e restaurantes.
  • Raposa. É um município da Ilha de São Luís. Destaca-se por suas praias. Possui um comércio de rendas (toalhas,colchas,cobertores etc.) feitas por mulheres de ascendência cearense. Possui muitos bares que servem peixes. Ultimamente, o município tem se destacado nas pequenas dunas existentes, chamadas de fronhas maranhenses. Estas fronhas estão localizadas principalmente na Ilha de Carimã. A cidade oferece passeios de barcos, banhos em rios e passeio em trilhas.
  • Pinheiro. É conhecida como a Princesa da Baixada Maranhense por ser a mais bonita dessa região. Possui, como atrações turísticas, os campos onde ficam os búfalos. Esses campos são pântanos, por essa razão é também conhecida como a Cidade do Pantanal Maranhense.
  • São Bento. É conhecida por seus campos (regiões alagadas onde podem ser observadas inúmeras espécies de aves), pelo seu artesanato (redes e confecções feitas a partir do babaçu), pelas manifestações culturais nos períodos juninos, além dos festejos religiosos que acontecem durante o ano.
  • São João dos Patos. Tem um dos melhores carnavais do estado. Cidade festeira, destacando eventos como Exposertão em maio, Festejos de São João e São Francisco e Patos Folia em julho (considerada a melhor micareta do interior).
  • video
     
 


                            

Um comentário:

Elizete Bastos disse...

Bela historia do meu estado do Maranhão e um belissimo video de apresentação, eu estava esperando muita por esta postagem no blog!muito obrigada BETH.

A ATRIZ É MENTIROSA... ESTÁ NO PALCO ATUANDO DE PINÓQUIO... Me acabei de rir ao assistir o mico astronômico que a atriz de meia...