quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

VEJAM QUEM É A REDE RECORD QUE PERMITE A HOMOFOBIA, O BUILLYNG E A IMPUNIDADE! DENTE POR DENTE, OLHO POR OLHO, ENTÃO VAMOS TIRAR A MÁSCARA E LEMBRAR AO BRASIL QUEM ESTÁ POR TRÁS DA FAZENDA DE VERÃO:
 
 
Caso Edir Macedo
Pela primeira vez depois de tantas acusações, a Justiça acatou uma denúncia e irá investigar o líder e número 1 da Igreja Universal, Edir Macedo. Ele é acusado de evasão de dívidas e estelionato pelo Ministério Público Federal. O religioso ainda será convocado para prestar esclarecimentos quanto as denúncias de formação de quadrilha.
De acordo com informações que circulam na mídia especializada, funciona assim: O dinheiro doado pelos fiéis da Universal é encaminhado para uma conta fora do Brasil, que depois, esse mesmo dinheiro, retorna ao Brasil e é injetado na TV Record.
A Record e a Igreja Universal
Durante o período de crescimento e a nova fase da Rede Record de Televisão, iniciada em 2004 com grandes investimentos em elenco, estrutura e contratação de mão de obra técnica qualificada, se investiu em peso na marca da emissora e se procurou separar a imagem da emissora com a Igreja Universal. Passado um tempo, com escândalos e mais escândalos envolvendo Record e IURD, as duas cada vez mais se caracterizavam no bom popular “farinha do mesmo saco”.
Uma revista de grande circulação nacional revelou em uma edição algumas denúncias contra o líder da IURD na semana passada. Em resposta, Macedo usou um dos seus programas de maior audiência, o “Domingo Espetacular”, para contra-atacar:
“Eu fico pensando quantas outras mentiras eles devem veicular nessa revista”. A atração em questão ainda veiculou uma matéria-ataque dizendo que a publicação e a concorrente Globo ainda não engoliram a vitória da Record quanto a exibição exclusiva do Pan 2011 e as Olimpíadas de 2012.
 
 
 
CONTRATAÇÃO IRREGULAR:




Justiça do Trabalho determinou o pagamento de R$ 80 mil em danos morais coletivos por contratação irregular.
A 4ª Vara do Trabalho de São Luís condenou a Igreja Universal do Reino de Deus por contratação irregular de policiais militares (PMs) para serviços de segurança privada e transporte de valores. A Igreja terá de pagar R$ 80 mil por danos morais coletivos e acertar os direitos trabalhistas dos seus funcionários, além de ter sido proibida de contratar PMs. A condenação resulta de ação civil pública do Ministério Público do Trabalho no Maranhão.
De acordo com a procuradora do Trabalho responsável pelo caso, Anya Gadelha Diogenes, os contratados tinham seus direitos trabalhistas desrespeitados, uma vez que não havia anotação em carteira de trabalho. Isso resultou em sonegação de recolhimento de FGTS e Previdência Social, além de ausência de férias e de pagamento de 13º salário.
“A Igreja utilizou mão de obra treinada e aparelhada pelo Estado em benefício próprio. Os policiais prestavam serviços no horário em que deveriam estar em descanso. Esse acúmulo de atividades (pública/privada) reflete na precarização dos serviços prestados, além de representar riscos à população, que passou a ser servida por policiais estressados e fadigados”, ressaltou a procuradora.
O mercado de segurança privada é regido por lei específica, que determina a contratação de profissionais que passaram por curso de formação. As atividades são autorizadas e fiscalizadas pela Polícia Federal. “Dezenas de vigilantes regularmente capacitados para o exercício da profissão deixaram de ter acesso a um posto de trabalho em razão da contratação ilícita de policiais militares”, observou ela.
Na sentença, a juíza do Trabalho Ângela Cristina Mota Luna afirma que os documentos reunidos pelo MPT-MA comprovam as irregularidades cometidas pela Igreja Universal. Para a juíza, os policiais tinham que adequar sua escala de trabalho na Polícia Militar do Maranhão à conveniência da Igreja, o que causou prejuízos à população de São Luís – pelo desvirtuamento do serviço de segurança pública – e aos vigilantes devidamente credenciados, que perderam espaço no mercado de trabalho.
A juíza determinou também que a Igreja Universal registre em livro, ficha ou sistema eletrônico a admissão e manutenção de empregados em seu quadro funcional.
Escândalos nas igrejas
.Conforme a ação os acusados há muito vêm usando o dinheiro dos dízimos e das ofertas dos fiéis da igreja Universal para a aquisição de empresas registradas em seus nomes, e outros bens como casas, terrenos, aviões, etc.O Ministério Público de São Paulo abriu uma ação criminal contra o fundador da Igreja Universal do Reino Deus, Edir Macedo e mais 09 diretores, em que são acusados de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O motivo da ação foi a quebra dos sigilos bancários e fiscais da Igreja entre os anos de 1999 e 2009, que constatou o patrimônio acumulado dos envolvidos supostamente oriundo de doações de fiéis da referida Igreja A Rede Record que pertence a Edir Macedo foi adquirida com recursos da Igreja; outras 19 empresas do grupo foram adquiridas de forma ilegal.

Sobre a lavagem de dinheiro, há o esquema de empresas fantasmas, laranjas, que só existem no papel, onde o dinheiro dos fiéis são depositados e enviados para paraísos fiscais, isto é, países onde não se exigem a origem do dinheiro, e voltam na forma de empréstimos. Também existe o superfaturamento dos programas pagos pela igreja exibidos pela televisão Record. E outras operações irregulares estão sendo investigadas.

Ainda conforme o MP/SP a Igreja Universal está presente em mais de 170 países, e só no Brasil há cerca de 8 milhões de seguidores. Uma arrecadação imensa, e que isenta de impostos deveria ser investida na construção e manutenção de templos e obras sociais.

No Brasil não existe uma religião oficial, e há liberdade de culto prevista na Constituição Federal; razão pela qual existem muitas denominações religiosas e seitas. As igrejas evangélicas, mais precisamente as neo-pentecostais têm crescido muito ultimamente, pois pregam curas milagrosas e prosperidade, isto é, riqueza para os seus fiéis, mas em troca exigem muitas ofertas. Muitos fiéis são iludidos a doarem altas quantias, e depois entram na Justiça para reaverem o prejuízo quando sentem que foram enganados.

Os fiéis são iludidos pela própria fé a fazerem as doações, e não são coagidos. As igrejas agem na forma da lei, mas exploram a religiosidade das pessoas. Sobre o dízimo só há citação no Velho Testamento. No Novo Testamento, o dízimo não é obrigado, ou seja, cada pessoa deve contribuir segundo o seu coração (2 Coríntios 9:7). O dízimo é uma forma de angariar dinheiro, e certas igrejas exigem de seus membros sob a ameaça de expulsão e maldição. Muitas igrejas usam o dinheiro dos dízimos e ofertas em templos luxuosos e para pagar altos salários aos seus dirigentes, e nada de obras sociais. E para Deus o mais importante que os dízimos e ofertas são as boas ações; amar o próximo como a si mesmo como ensinou Jesus Cristo, o nosso Salvador, Filho do Altíssimo.

O MP/SP vem intentando contra os dirigentes da Igreja Universal desde 1993 sem êxito, onde todos os processos foram arquivados no STF por falta de provas. Agora o MF vem com uma nova ação de acusação. E mesmo se houver êxito no processo e haver condenação para os acusados, as penas de lavagem de dinheiro e formação de quadrilhas são leves e quase inexistentes. Ou seja, ninguém vai ser preso ou pagar multa ou devolver dinheiro. Enfim, não adianta haver ação, se não houver mudança na lei. É preciso mudar a lei, com penas mais severas, inclusive para os crimes considerados de colarinho branco. É preciso haver uma lei para criação e funcionamento das igrejas.

(publicado no blog: http://alonso.pimentel.zip.net, em (22-08-2009) FONTE: GOOGLE
 
RECORD UMA MAQUINA DE SUCESSIVOS ESCÂNDALOS.
Não é de hoje que a Rede Record emissora pertencente ao Bispo Edir Macedo e o grupo Arca Universal, optam pela mediocridade dos escândalos como forma de promoção da emissora.
Anteriormente após ataques cometidos contra e Rede Globo a emissora teve resposta do publico, que não gostando da atitude da casa, fez cair sua audiência assustadoramente.
Meses depois um pouco recuperada da queda qeu sofreu, a emissora por ordem de seu alto escalão composto por bispos da Igreja Universal, resolve adotar o mesmo caminho, desta vez contra o rival apostolo Valdemiro Santiago que é discidente da igreja e ex discipulo direto de Edir Macedo.
A IgrejaMundial, cresceu assustadoramente nos ultimos anos, e de algum tempo vemos o grupo arca universal encomodado com tal crescimento.
O grande problema das criticas e ataques cometidos, cometidos pela Rede Record é a fundamentação fraca de seus argumentos, que por vezes não são comprovados, fazendo apenas um escândalo que se apaga posteriormente.
Porque essas atitudes? Fica acada novo ataque realizado pela emissora , mais claro que a unica e exclusiva finalidade de tais ocorridos é a desesperada promeoção de uma emissora que se ve a cada dia menor, devido a incompetencia de seus administradores.
Enquanto a Record não for grande, não sairá de seus sofridos cinco pontos, isto caso não os perder, caso continue usando essa mentalidade retrograda, infantil e pscicopata a qual vem utilizando
PF: compra da Record pode ter sido irregular
RIO - Vinte anos depois das negociações que levaram à compra da TV Record pela Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), a Polícia Federal encaminhou esta semana à Justiça Federal e ao Ministério Público federal relatório no qual aponta para indícios de ilegalidade na aquisição da emissora, com a prática de suposto crime de lavagem de dinheiro envolvendo 14 pessoas. O inquérito do caso tem três volumes, ninguém indiciado, mas cita os nomes do bispo Edir Macedo Bezerra; de Silvia Jane Hodgi Crivela, mulher do senador Marcelo Crivela; do ex-deputado federal Odenir Laprovita Vieira; de Carlos Alberto Rodrigues, o bispo Rodrigues; e do empresário Múcio Athaíde. É a última fase da investigação. Caberá agora ao MPF decidir se abre processo formal.Segundo o relatório de dez páginas ao qual O GLOBO teve acesso e que é assinado pelo delegado federal Hélio Khristian, da Delegacia de Polícia Fazendária, da PF do Rio, dos quatro crimes supostamente identificados na negociação da TV, três estão prescritos: falsidade ideológica, sonegação fiscal e crime contra o sistema financeiro. No entendimento do delegado, apenas o crime de lavagem de dinheiro permanece. No relatório, ele justificou: “como se trata de crime permanente, nas modalidades de ocultar e dissimular, mantém-se o agente em estado de flagrância, porque enquanto o ludíbrio ou engodo permanecerem operantes, a consumação se protairá no tempo”.

Para o delegado, o inquérito demonstra que Alba Maria Silva Costa, uma das supostas envolvidas na compra da Record e citada no relatório, teria atuado como operadora da negociação, juntamente com o ex-deputado Laprovita Vieira. Alba Costa, diz o relatório, era responsável no Brasil pelas instituições financeiras Investholding e Cableinvest, sediadas respectivamente nas Ilhas Cayman e na Ilha de Jersey, conhecidos paraísos fiscais. A PF frisa que essas empresas eram mantidas pela Iurd na época das negociações. Para a PF, foi Alba Costa quem movimentou, entre 1992 e 1994 (época da compra da Record), US$ 18 milhões sem o conhecimento das autoridades financeiras do país, como o Banco Central
Ainda de acordo com o relatório, fiéis e frequentadores da Igreja, citados nas investigações, teriam sido usados como “laranjas”, obtendo empréstimos milionários usados na compra da rede de TV. Entre eles, há um pedreiro, um comerciante, um farmacêutico e um militar da reserva. O dinheiro chegou ao grupo por meio de remessas da Investholding e da Cableinvest. Em depoimentos que constam do inquérito 1724/2005, as pessoas supostamente usadas como “laranjas” afirmam que cederam seus nomes a pedido do então deputado Laprovita Vieira. Também foram encontrados indícios de falsificação de documentos na transação. Reportagens do jornal “Folha de São Paulo” são citadas no documento e foram anexadas às investigações..
A Polícia Federal começou a investigação no início da década de 90, quando identificou, entre os compradores da TV Rio — que virou TV Record —, pessoas de classe média baixa sem lastro financeiro para participar da transação. Segundo documentos obtidos pela PF à época, o grupo teria conseguido empréstimos de US$ 20 milhões da Investholding e da Cableinvest.

O escândalo do uso de “laranjas” para a aquisição da TV Record do Rio veio à tona em 1996, quando O GLOBO publicou documentos comprovando que os seis compradores não dispunham de condições financeiras para adquirir a emissora. A compra irregular constava da declaração de renda de dois deles: José Antônio Alves Xavier e Claudemir Mendonça de Andrade, citados no relatório da PF. Eles informaram em suas declarações de renda de 1993, ano-base 92, ter adquirido um sexto do capital social da empresa, por meio de empréstimos contraídos junto a Investholding e a Cableinvest.

Também teriam participado da compra José Fernando Passos da Costa, Marcio de Lima Araujo e João Monteiro de Castro dos Santos. Todos incluídos no relatório finalizado pela PF, assim como Demerval Gonçalves, Ester Eunice Rangel Bezerra e Honorilton Gonçalves da Costa. Segundo o documento, a data da compra já denunciava a primeira irregularidade. O Ministério das Comunicações autorizara a Rádio Difusão Ebenezer (nome jurídico da antiga TV Rio) a entrar no ar em 31 de maio de 1988. A legislação determinava um prazo de carência de cinco anos para que a emissora fosse vendida, ou seja, a partir de 1993. A transação, no entanto, foi realizada em fevereiro de 1992 e, segundo a PF, nem sequer foi registrada na Junta Comercial.

Compradores não tinham condições financeiras

Além disso, as declarações de renda de Xavier e Mendonça revelavam que eles não tinham condições para se tornar donos de uma emissora de televisão. Xavier, por exemplo, declarava ter um apartamento comprado pelo antigo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e uma loja de automóveis. Ele, mais tarde, passou suas cotas para o bispo Rodrigues. Claudemir, por sua vez, tinha uma casa no bairro de Santa Rosa, em Niterói, e metade de uma casa num loteamento na Região dos Lagos. Já Alba Costa declarou ter apenas uma linha telefônica e rendimentos anuais, equivalentes na época, a cerca de US$ 2.650. Os demais compradores também eram de classe média baixa.
Fonte: Google
Antonio Werneck O Globo     01/06/2012

BISPO CHAMA FIEL DE SEM VERGONHA! 
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